Enquanto as peças de barro estão em fase de acabamento, os alunos do 6ºano já iniciaram uma nova unidade de trabalho.
Parece fácil desenhar uma árvore, não é? Todos já o fizemos alguma vez, de certeza, embora o resultado final estivesse longe de poder ser considerado uma obra de arte...

Na verdade não é nada fácil. Na forma de uma árvore está o casamento perfeito entre simplicidade e complexidade.

É a
regra de crescimento comum a todas as árvores que constitui a essência da sua forma. Cada ramo é sempre mais fino do que o ramo que o precede e, começando no tronco, a árvore pode ramificar-se de várias maneiras, dividindo-se em dois, três ou mais ramos.
Este esquema serve de exemplo fazendo a divisão em apenas dois ramos:

O mesmo esquema pode variar no comprimento dos vários estratos:
o tronco comprido, os segundos ramos curtos;
o tronco comprido e todos os ramos curtos;
o tronco curto e os ramos compridos, etc.

E se em vez de utilizarmos as linhas rectas, desenharmos curvas, a estrutura continua a manter-se. As variações são infinitas.
Parece tudo tão simples mas primeiro é preciso olhar com olhos de ver...
A proposta de trabalho consiste na produção de árvores com as seguintes técnicas:
AGUARELA



COLAGEM

PINTURA EM CAIXAS DE OVOS